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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
América Latina terá 750 milhões de conexões móveis até 2015
Até 2015, a América Latina deverá ter mais de 750 milhões de conexões móveis, com uma taxa de penetração média de 120%. É o que mostra o relatório Observatório Móvel da América Latina de 2011 da GSMA. O levantamento indica que a região é um dos maiores mercados móveis do mundo por volume com mais de 630 milhões de conexões no final de 2011.
Com as conexões HSPA (3G) e LTE (4G) alcançando mais de 305 milhões em 2015, a banda larga móvel será um impulsionador do crescimento e principal meio de acesso à internet para os latino-americanos, aponta o relatório.
“Na América Latina, tivemos crescimento de 13% por ano durante os últimos quatro anos, promovido pelo aumento da acessibilidade, flexibilidade e preço acessível dos serviços móveis, e impulsionados pela crescente prosperidade da região e a relativa falta de infraestrutura das linhas fixas”, avalia Sebastian Cabello, diretor da GSMA para a região.
De acordo com o estudo, estima-se que o mercado móvel na América Latina movimente atualmente 175 bilhões de dólares, ou 3,6% do PIB total, com somente as operadoras de serviços móveis contribuindo com 82 bilhões de dólares em 2010.
Banda larga móvel
Embora seja considerado pela GSMA um mercado embrionário na América Latina, por somar 61 milhões de assinantes ao final de 2011, a banda larga móvel deverá ser a principal plataforma para os serviços de internet de alta velocidade para a maioria dos latino-americanos que atualmente não estão conectados.
A expectativa, de acordo com a GSMA, é que as assinaturas cresçam 133% por ano durante os últimos cinco anos e a previsão é de que continuem saltando 50% por ano pelos próximos cinco anos.
A entidade ressalta que alcançar maior cobertura e fazer uma ponte para a inclusão digital na América Latina dependerá amplamente de como os governos utilizam o espectro do Dividendo Digital de 700 MHz. “A alocação desse espectro no curto prazo irá ajudar a conectar os que não estão, acelerar as taxas de adoção e causar impacto significativo no crescimento econômico”, indica o relatório.
Outro ponto de atenção para democratizar o acesso à banda larga móvel, afirma, incluem necessidade de um regime regulatório transparente, previsível, consultivo e alinhado, incentivos para promover acesso universal, em vez de obrigações/fundos de serviço universal entre outros.
Com as conexões HSPA (3G) e LTE (4G) alcançando mais de 305 milhões em 2015, a banda larga móvel será um impulsionador do crescimento e principal meio de acesso à internet para os latino-americanos, aponta o relatório.
“Na América Latina, tivemos crescimento de 13% por ano durante os últimos quatro anos, promovido pelo aumento da acessibilidade, flexibilidade e preço acessível dos serviços móveis, e impulsionados pela crescente prosperidade da região e a relativa falta de infraestrutura das linhas fixas”, avalia Sebastian Cabello, diretor da GSMA para a região.
De acordo com o estudo, estima-se que o mercado móvel na América Latina movimente atualmente 175 bilhões de dólares, ou 3,6% do PIB total, com somente as operadoras de serviços móveis contribuindo com 82 bilhões de dólares em 2010.
Banda larga móvel
Embora seja considerado pela GSMA um mercado embrionário na América Latina, por somar 61 milhões de assinantes ao final de 2011, a banda larga móvel deverá ser a principal plataforma para os serviços de internet de alta velocidade para a maioria dos latino-americanos que atualmente não estão conectados.
A expectativa, de acordo com a GSMA, é que as assinaturas cresçam 133% por ano durante os últimos cinco anos e a previsão é de que continuem saltando 50% por ano pelos próximos cinco anos.
A entidade ressalta que alcançar maior cobertura e fazer uma ponte para a inclusão digital na América Latina dependerá amplamente de como os governos utilizam o espectro do Dividendo Digital de 700 MHz. “A alocação desse espectro no curto prazo irá ajudar a conectar os que não estão, acelerar as taxas de adoção e causar impacto significativo no crescimento econômico”, indica o relatório.
Outro ponto de atenção para democratizar o acesso à banda larga móvel, afirma, incluem necessidade de um regime regulatório transparente, previsível, consultivo e alinhado, incentivos para promover acesso universal, em vez de obrigações/fundos de serviço universal entre outros.
Oi reposiciona estratégia e entra na arena de cloud computing
As teles começam a se posicionar no Brasil para explorar a computação na nuvem. A Oi anunciou nesta quarta-feira, (01/02), em São Paulo, a oferta “Smart Cloud”, que contempla inicialmente a entrega de infraestrutura pelo modelo de serviço (Iaas).
Para entrar nesse mercado, a operadora investiu 30 milhões de reais na construção da plataforma e deverá aplicar em 2012 mais 30 milhões de reais para incrementar o portfólio de produtos. O público-alvo são grandes companhias que já fazem parte da base de clientes da operadora.
A plataforma Smart Cloud prevê a oferta de três linhas de produtos. A primeira, que estará disponível a partir desta semana, é a de infraestrutura de servidores em ambiente privado com uma série de recursos computacionais para companhias que querem contratar TI de acordo com o que consomem.
A segunda onda, estimada ainda para 2012, adicionará ao portfólio ofertas de colaboração, com soluções para comunicação unificada. A terceira etapa será a entrega de software como serviço (SaaS), o que deverá acontecer em 2013, ocasião em que a operadora estenderá a oferta de cloud para pequenas e médias empresas (PMEs).
Maurício Vergani, diretor da Unidade de Negócio do Corporativo da Oi, conta que o produto Smart Cloud foi desenhado para atender na primeira e segunda etapa às grandes companhias, que já possuem aplicativos de negócios como sistemas de gestão empresarial, Business Intelligence (BI) e ferramentas de relacionamento com o cliente (CRM). Essas organizações registram grande demanda por infraestrutura e links de comunicação.
“Inicialmente, são os 15 maiores grupos empresariais do Brasil que têm mais aderência à oferta de Smart Cloud”, diz o executivo. Ele afirma que a Oi reposicionou seus serviços e quer ser um player importante de TI para o mercado corporativo. A empresa conta atualmente com oito data centers espalhados pelo Brasil (Brasília, São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), alguns foram herdados da Brasil Telecom, os quais já ofertavam hospedagem e colocation.
Apostas em nuvem
Com a reestruturação das ofertas corporativas, Vergani anuncia que entra na nuvem com estratégia agressiva para brigar com as que já estão disputando esse mercado como a recém-chegada ao Brasil Amazon e outros prestadores de serviços como Tivit, UOL Diveo, Ativas, HP e IBM.
“Nossos diferenciais nessa competição é a experiência em gerência de data center”, argumenta o executivo da Oi, destacando a vantagem de a operadora possuir backbones com redundância. Ele observa que disponibilidade de rede é a premissa de qualquer serviço corporativo, não apenas os ofertados pela cloud.
Vergani não acha que a Oi está entrando tarde em cloud computing e garante que a operadora é a primeira do setor de fato a ter oferta nessa área, alfinetando a Telefônica. A operadora espanhola tem uma parceria com a NEC para prover cloud computing na Espanha e América Latina.
Com o Smart Cloud, a Oi espera dobrar suas receitas com serviços de data center nos próximos três anos. Entretanto, a operadora não revelou os negócios dessa área nem a participação do setor corporativo no movimento da companhia. “Temos 15 mil clientes e esperamos que o serviço de TI tenha peso importante na Oi”, prevê Vergani.
Para entrar nesse mercado, a operadora investiu 30 milhões de reais na construção da plataforma e deverá aplicar em 2012 mais 30 milhões de reais para incrementar o portfólio de produtos. O público-alvo são grandes companhias que já fazem parte da base de clientes da operadora.
A plataforma Smart Cloud prevê a oferta de três linhas de produtos. A primeira, que estará disponível a partir desta semana, é a de infraestrutura de servidores em ambiente privado com uma série de recursos computacionais para companhias que querem contratar TI de acordo com o que consomem.
A segunda onda, estimada ainda para 2012, adicionará ao portfólio ofertas de colaboração, com soluções para comunicação unificada. A terceira etapa será a entrega de software como serviço (SaaS), o que deverá acontecer em 2013, ocasião em que a operadora estenderá a oferta de cloud para pequenas e médias empresas (PMEs).
Maurício Vergani, diretor da Unidade de Negócio do Corporativo da Oi, conta que o produto Smart Cloud foi desenhado para atender na primeira e segunda etapa às grandes companhias, que já possuem aplicativos de negócios como sistemas de gestão empresarial, Business Intelligence (BI) e ferramentas de relacionamento com o cliente (CRM). Essas organizações registram grande demanda por infraestrutura e links de comunicação.
“Inicialmente, são os 15 maiores grupos empresariais do Brasil que têm mais aderência à oferta de Smart Cloud”, diz o executivo. Ele afirma que a Oi reposicionou seus serviços e quer ser um player importante de TI para o mercado corporativo. A empresa conta atualmente com oito data centers espalhados pelo Brasil (Brasília, São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), alguns foram herdados da Brasil Telecom, os quais já ofertavam hospedagem e colocation.
Apostas em nuvem
Com a reestruturação das ofertas corporativas, Vergani anuncia que entra na nuvem com estratégia agressiva para brigar com as que já estão disputando esse mercado como a recém-chegada ao Brasil Amazon e outros prestadores de serviços como Tivit, UOL Diveo, Ativas, HP e IBM.
“Nossos diferenciais nessa competição é a experiência em gerência de data center”, argumenta o executivo da Oi, destacando a vantagem de a operadora possuir backbones com redundância. Ele observa que disponibilidade de rede é a premissa de qualquer serviço corporativo, não apenas os ofertados pela cloud.
Vergani não acha que a Oi está entrando tarde em cloud computing e garante que a operadora é a primeira do setor de fato a ter oferta nessa área, alfinetando a Telefônica. A operadora espanhola tem uma parceria com a NEC para prover cloud computing na Espanha e América Latina.
Com o Smart Cloud, a Oi espera dobrar suas receitas com serviços de data center nos próximos três anos. Entretanto, a operadora não revelou os negócios dessa área nem a participação do setor corporativo no movimento da companhia. “Temos 15 mil clientes e esperamos que o serviço de TI tenha peso importante na Oi”, prevê Vergani.
Sonda IT faz parceria com CA e moderniza NOC
A Sonda IT, empresa de TI, decidiu investir em melhores práticas e para isso contou com a parceria estabelecida com a CA Technologies. O acordo teve por objetivo reestruturar a divisão de serviços Network Operations Center (NOC) da Sonda IT, que teve sua capacidade de monitoramento ampliada em dez vezes, com a possibilidade de estender ainda mais o seu atendimento.
“A Sonda IT precisava de ferramentas robustas, compatíveis com o crescimento de sua oferta. A CA, por sua vez, possui soluções para esse requisito, o que resultou em uma parceria complementar. A confiança na solução é comprovada pelo uso do modelo no nosso próprio Data Center TIER III, o primeiro na América Latina a ser homologado em operação”, diz o diretor de Operações do Delivery de Serviços e Infraestrutura de TI da Sonda IT, Fernando Fernandes.
De acordo com a empresa, a modernização do NOC consumiu investimentos de R$ 1 milhão e permitiu aprimorar o monitoramento e a administração de todos os ambientes de TI. “Vamos oferecer nossos serviços de forma mais eficiente e com mais competitividade, permitindo que o nosso Centro de Operações de Rede mantenha-se apto para receber a demanda de clientes e de serviços integrados ao portfólio da Sonda IT”, explica Fernandes.
“Essa é uma associação estratégica, uma vez que o mercado está mudando a forma como enxerga a tecnologia. É importante que a tecnologia da CA esteja embarcada na oferta de serviços da Sonda IT”, explica Sandro Camargo, vice-presidente da CA.
Fernandes diz que pretende inserir outras ofertas da CA em sua base de clientes atuais e futuros. “Nossa intenção é agregar as ferramentas da CA aos nossos clientes conforme suas necessidades forem surgindo. O diferencial da oferta da CA é a unificação das soluções, centralizando funções integradas”, finaliza o executivo.
“A Sonda IT precisava de ferramentas robustas, compatíveis com o crescimento de sua oferta. A CA, por sua vez, possui soluções para esse requisito, o que resultou em uma parceria complementar. A confiança na solução é comprovada pelo uso do modelo no nosso próprio Data Center TIER III, o primeiro na América Latina a ser homologado em operação”, diz o diretor de Operações do Delivery de Serviços e Infraestrutura de TI da Sonda IT, Fernando Fernandes.
De acordo com a empresa, a modernização do NOC consumiu investimentos de R$ 1 milhão e permitiu aprimorar o monitoramento e a administração de todos os ambientes de TI. “Vamos oferecer nossos serviços de forma mais eficiente e com mais competitividade, permitindo que o nosso Centro de Operações de Rede mantenha-se apto para receber a demanda de clientes e de serviços integrados ao portfólio da Sonda IT”, explica Fernandes.
“Essa é uma associação estratégica, uma vez que o mercado está mudando a forma como enxerga a tecnologia. É importante que a tecnologia da CA esteja embarcada na oferta de serviços da Sonda IT”, explica Sandro Camargo, vice-presidente da CA.
Fernandes diz que pretende inserir outras ofertas da CA em sua base de clientes atuais e futuros. “Nossa intenção é agregar as ferramentas da CA aos nossos clientes conforme suas necessidades forem surgindo. O diferencial da oferta da CA é a unificação das soluções, centralizando funções integradas”, finaliza o executivo.
Tablet: professores da rede pública receberão quase 600 mil unidades
No segundo semestre deste ano, o MEC (Ministério da Educação) deve iniciar a distribuição de quase 600 mil tablets para professores da rede pública de ensino, segundo informações da Agência Brasil. O objetivo é que esse equipamento chegue a 62.230 escolas.
Para que isso seja possível, o governo vai desembolsar entre 150 milhões e 180 milhões de reais. A licitação foi iniciada em dezembro de 2011, com o objetivo de adquirir 900 mil aparelhos de fabricação nacional, com telas entre 7 e 10 polegadas.
Digibras e Positivo venceram a licitação, mas o contrato só deve ser fechado em abril, pois o Inmetro ainda precisa avaliar se os produtos atendem às exigências do edital.
O governo pagará quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. Segundo o ministério, o equipamento de 7 polegadas custa cerca de R$ 800, normalmente.
O programa vai começar com a distribuição de equipamentos para os professores porque o MEC acredita que o projeto tem mais chances de sucesso se o docente dominar o equipamento, antes do tablet chegar ao aluno.
“A inclusão digital tem que começar pelo professor. Se ele não avançar, dificilmente a pedagogia vai avançar”, afirmou o ministro da educação, Aloizio Mercadante, à Agência Brasil. Cursos de capacitação presencial e a distância vão ser oferecidos ao professor.
Segundo o ministro, com o tablet o professor poderá preparar as aulas, acessar a Internet e consultar conteúdos como revistas pedagógicas e 60 livros que estarão instalados no equipamento. Estarão disponíveis conteúdos para aulas como física, matemática, biologia e química.
As aulas preparadas no tablet serão apresentadas por meio da lousa digital. No ano passado já foram entregues 78 mil desses equipamentos.
Depois dos professores do ensino médio, será a vez dos docentes do ensino fundamental. Ainda não há previsão sobre quando os alunos receberão o equipamento.
Para que isso seja possível, o governo vai desembolsar entre 150 milhões e 180 milhões de reais. A licitação foi iniciada em dezembro de 2011, com o objetivo de adquirir 900 mil aparelhos de fabricação nacional, com telas entre 7 e 10 polegadas.
Digibras e Positivo venceram a licitação, mas o contrato só deve ser fechado em abril, pois o Inmetro ainda precisa avaliar se os produtos atendem às exigências do edital.
O governo pagará quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. Segundo o ministério, o equipamento de 7 polegadas custa cerca de R$ 800, normalmente.
O programa vai começar com a distribuição de equipamentos para os professores porque o MEC acredita que o projeto tem mais chances de sucesso se o docente dominar o equipamento, antes do tablet chegar ao aluno.
“A inclusão digital tem que começar pelo professor. Se ele não avançar, dificilmente a pedagogia vai avançar”, afirmou o ministro da educação, Aloizio Mercadante, à Agência Brasil. Cursos de capacitação presencial e a distância vão ser oferecidos ao professor.
Segundo o ministro, com o tablet o professor poderá preparar as aulas, acessar a Internet e consultar conteúdos como revistas pedagógicas e 60 livros que estarão instalados no equipamento. Estarão disponíveis conteúdos para aulas como física, matemática, biologia e química.
As aulas preparadas no tablet serão apresentadas por meio da lousa digital. No ano passado já foram entregues 78 mil desses equipamentos.
Depois dos professores do ensino médio, será a vez dos docentes do ensino fundamental. Ainda não há previsão sobre quando os alunos receberão o equipamento.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Oi chega a 1,2 mil municípios atendidos por banda larga popular
A Oi lançou nesta quarta-feira um novo lote de 150 cidades contempladas pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), informou a empresa em comunicado. Com a nova oferta, a companhia oferece o serviço a um total de 1.232 municípios.
A meta da Oi é estender o serviço a todas as 4,8 mil cidades em que atua até o fim de 2014. Além disso, ela pretende atender aos usuários que têm necessidade de bandas maiores, com a oferta de tecnologia FTTH prevista para 2013.
O Oi Velox nos termos do PNBL oferece velocidade de 1 Mbps e tem custo que vai de R$ 29,90 a R$ 35 mensais, valor que não inclui o modem, cedido em regime de comodato. Há ainda a opção de escolher um provedor gratuito ou pago dentre as empresas associadas à Oi e a possibilidade de adquirir também o serviço de telefone fixo.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Usuários de teles pagaram R$ 56,9 bi em taxas em 2011
De acordo com a entidade, a conta mostra que o setor recolheu em 2011 R$ 6,5 milhões em impostos por hora
Os R$ 56,9 bilhões em impostos pagos pelos usuários de telecomunicações no ano passado provocaram uma alta de 45% nos preços dos serviços do setor. O cálculo inclui telefonia móvel, fixa, banda larga e TV por assinatura. Os dados estão presentes em um levantamento divulgado nesta quinta-feira pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). O estudo mostra que a arrecadação sobre a atividade cresceu 10% em relação a 2010, quando os impostos recolhidos chegaram a R$ 51,3 bilhões.
De acordo com a entidade, a conta - que exclui os impostos pagos pelas operadoras para sua implantação - mostra que o setor recolheu em 2011 R$ 6,5 milhões em impostos por hora. Nos últimos 12 anos, os tributos sobre esses serviços ultrapassam o montante de R$ 400 bilhões.
"A Telebrasil entende que a expansão dos serviços, especialmente os de banda larga, deveria ser incentivada pela desoneração tributária, não apenas de infraestrutura, mas também de produtos e serviços", destaca o documento.
Além dos tributos, a Telebrasil cita os repasses dos encargos setoriais para fundos como o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) e o Fundo de Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) que, juntos, somaram R$ 5,3 bilhões. Segundo a associação, dos mais de R$ 50 bilhões repassados desde 2011, menos de 7% teriam sido de fato aplicados pelo governo.
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